30 de janeiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Haddad desmente fake news sobre imposto sobre pix

Fernando Haddad, ministro da Fazenda, desmentiu recentemente rumores infundados que conectam a criação de um imposto sobre pets e a taxação de transações via Pix. Em um vídeo divulgado nas redes sociais na noite de quinta-feira, 9, ele rechaçou as informações errôneas que têm circulado, esclarecendo que essas alegações são falsas e podem prejudicar o debate público e a democracia.

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No vídeo, Haddad reafirmou: “Imposto sobre Pix, mentira. Imposto sobre quem compra dólar, mentira. Imposto sobre quem tem um animal de estimação, mentira. Esses rumores são exemplos de fake news”. A declaração do ministro foi uma reação direta a um vídeo manipulado usando inteligência artificial, que erroneamente o apresentava como favorável à criação de um “imposto do cachorrinho de estimação”.

A Advocacia-Geral da União (AGU) também está envolvida no caso, tendo notificado o Facebook para que um vídeo deepfake, com informações fraudulentas, fosse removido em até 24 horas. Esse material, produto de tecnologia IA, atribuía ao ministro declarações inverídicas sobre a taxação de animais de estimação e outros temas. A AGU destacou que a manipulação era evidente através de alterações na movimentação labial e na mudança no timbre de voz.

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Caso o Facebook não removesse o conteúdo, a AGU solicitou que uma tarja informativa destacasse o uso de inteligência artificial na criação do vídeo. Embora o material tenha circulado também na rede X (anteriormente Twitter), este é parte de um problema maior, pois a Meta anunciou a eliminação de seu programa de checagem de fatos.

Haddad enfatizou que as fake news frequentemente misturam fatos verdadeiros com informações falsas, levando à confusão da opinião pública. O único ponto confirmado foi relacionado à tributação das apostas online, que já está em vigor desde janeiro, e não à criação de novos impostos sobre pets ou sobre o Pix.

Sobre a questão do Pix, Haddad explicou que as novas regras da Receita Federal, em vigor desde 1º de janeiro, ampliaram a fiscalização sobre transferências financeiras, mas não implicam em uma nova taxação. Na verdade, o que ocorreu foi uma atualização no monitoramento de transferências, que agora inclui fintechs e instituições de pagamento, e não significa um aumento na carga tributária.

O Fisco reforçou que as recentes alterações visam melhorar a gestão de riscos para a administração tributária e não representam um aumento de impostos. Haddad concluiu seu vídeo alertando sobre os riscos das fake news e a importância de se informar corretamente: “Fake news prejudica a democracia e traz inseguidades. Fique atento e não se deixe enganar”.


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Redação
Redação
Equipe de jornalismo

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