A deputada federal Erika Hilton pediu a retirada do ar da ferramenta Grok, que estaria gerando conteúdo erótico. Ela apresentou uma representação ao Ministério Público Federal contra a empresa X e seu sistema de inteligência artificial. O pedido judicial exige a suspensão imediata do serviço no Brasil.
A denúncia afirma que a IA pode criar e disseminar imagens íntimas e sensuais sem autorização. Segundo a deputada, essa funcionalidade viola direitos individuais e pode causar danos irreparáveis.
O documento enviado às autoridades alerta para os riscos de ferramentas que produzem material sexual não consensual. A iniciativa tenta responsabilizar as plataformas por permitirem esse uso da tecnologia.
O caso reacende o debate sobre os limites éticos e legais da inteligência artificial. Especialistas veem a necessidade de uma regulação específica para conter abusos e proteger a privacidade.







