29 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Natação brasileira conquista dois bronzes em dia desafiador nos jogos Paralímpicos de Paris

Neste domingo (1º), a natação brasileira enfrentou seu dia menos produtivo até agora nos Jogos Paralímpicos de Paris. Apesar disso, o Brasil conquistou duas medalhas de bronze: uma com Lídia Cruz nos 150 metros medley SM4 e outra no revezamento 4×100 livre S14. Com esses pódios, o Brasil alcança um total de 399 medalhas na história dos Jogos Paralímpicos.

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Lídia Cruz, atleta da classe SM4 para deficiências físico-motoras, conquistou sua medalha com muito esforço. A nadadora de Duque de Caxias, que completará 26 anos na próxima quarta-feira (4), fez uma prova de recuperação impressionante, destacando-se nos últimos 50 metros nadados no estilo livre. Ela terminou com o tempo de 2min57s16, estabelecendo um novo recorde das Américas. O ouro foi para a alemã Tanja Scholz e a prata para Nataliia Butkova, que compete sob bandeira neutra. Este bronze em Paris é a primeira medalha paralímpica da carreira de Lídia.

No revezamento 4×100 livre S14, para atletas com deficiência intelectual, o Brasil teve mais emoções. O revezamento começou com Arthur Xavier Ribeiro, seguido por Gabriel Bandeira, que liderou por um bom tempo. No final da prova, com Beatriz Borges Carneiro e Ana Karolina Soares na água, a Grã-Bretanha abriu vantagem e a Austrália, com um nadador finalizando a prova, superou o Brasil, garantindo a segunda colocação. A equipe brasileira terminou com o tempo de 3min47s49, estabelecendo um novo recorde das Américas.

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Nas outras finais do domingo, Phelipe Rodrigues ficou em quarto lugar nos 100 metros livre S10, Patrícia Pereira terminou em oitavo na mesma prova de Lídia Cruz, e Roberto Alcalde Rodriguez e Laila Suzigan ficaram em sexto lugar nos 100 metros peito SB5, nas versões masculina e feminina, respectivamente.

Gabriel Araújo, conhecido como Gabrielzinho, também participou da final dos 150 metros medley S3. Ele terminou em quarto lugar, sendo o único atleta da classe S2 a competir na final e superando outros quatro atletas da classe S3. Com o tempo de 3min14s02, Gabrielzinho estabeleceu um novo recorde mundial para a classe S2 na prova, superando sua própria marca estabelecida durante as eliminatórias do mesmo dia.

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