As observações surgem após os Estados Unidos adotarem tarifas suplementares sobre semicondutores chineses, com alíquota inicial de 0% e previsão de aumento em junho de 2027.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, declarou em entrevista coletiva que a China se opõe veementemente à “imposição arbitrária de tarifas” pelos EUA e à “repressão injusta às indústrias chinesas”.
Segundo ele, tais medidas fragilizam as cadeias de suprimento globais, prejudicam o desenvolvimento do setor de semicondutores em diversos países e acabam causando prejuízos tanto aos Estados Unidos quanto a terceiros.
Lin Jian afirmou que o Ministério pediu aos Estados Unidos a rápida revisão dessa decisão, com base no consenso alcançado entre os chefes de Estado das duas nações.
Acrescentou que, caso os EUA mantenham ações unilaterais, a China adotará medidas correspondentes, de forma firme, para defender seus direitos e interesses legítimos.







