Lewis Hamilton é conhecido por seu perfeccionismo e atenção aos detalhes. A expectativa é alta em relação à sua chegada à Ferrari, onde dará início a uma nova fase de sua carreira na Fórmula 1, após passagens marcantes pela McLaren e Mercedes.
Os líderes da Scuderia, incluindo Loic Serra, o novo diretor técnico, estão comprometidos em garantir que Hamilton se sinta confortável. Isso é especialmente relevante, pois Serra possui um conhecimento profundo das necessidades do piloto britânico.
É provável que Hamilton tenha discutido com sua nova equipe a possibilidade de adaptar o volante da Ferrari, buscando um modelo que se assemelhe ao que usou durante sua longa carreira na Mercedes. O volante da Mercedes se destacou por sua automação dos controles, permitindo ao piloto realizar ajustes sem comprometer o desempenho. A expectativa é que a Ferrari consiga criar um volante que não apenas atenda às necessidades de Hamilton, mas que também mantenha a eficácia em pista.
Charles Leclerc é um exemplo de como a Ferrari inovou em seu sistema de embreagem, apresentando uma solução que foi bem recebida na equipe. Essa configuração foi inicialmente solicitada por Sebastian Vettel, e Leclerc implementou-a com sucesso. Por outro lado, Carlos Sainz optou por um sistema diferente, o que demonstra a diversidade de abordagens na configuração dos volantes na equipe.
Historicamente, a Ferrari já incorporou sistemas de gerenciamento de embreagem sofisticados em seus carros. Em 2008, a equipe utilizou um sistema de duas pás para melhorar as largadas. A McLaren, em resposta, desenvolveu um volante ainda mais complexo, introduzindo uma série de controles para otimizar a performance.
Com as mudanças nos regulamentos que impactaram os sistemas de controle de embreagem, as equipes buscaram alternativas para continuar maximizando a eficiência no uso da potência do motor. A evolução dos volantes de F1 reflete não apenas a inovação tecnológica, mas também as preferências individuais dos pilotos ao operar seus carros.
É interessante observar como Hamilton, em sua transição da McLaren para a Mercedes, priorizou a manutenção de controles familiares, o que indica sua preferência por um volante que se adapte às suas necessidades específicas. A adição de funções e ajustes podem ser uma área de discussão à medida que ele se acostuma com as nuances do Ferrari SF-24, especialmente em comparação ao que ele usou anteriormente.
Com sua estreia prevista em janeiro, as expectativas sobre como Hamilton irá integrar seus conhecimentos e preferências ao novo volante da Ferrari são altas. As mudanças podem não ser apenas técnicas, mas também psicológicas, à medida que o piloto deve se acostumar com as diferentes formas de controle enquanto utiliza a tecnologia avançada que a Ferrari oferece. A decisão sobre o estilo e as funcionalidades do volante certamente será um ponto focal antes do início da temporada.






