Na quarta-feira (19), o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, pretende apresentar ao Comitê de Combate à Tortura, sediado em Genebra (Suíça), um relatório sobre o combate à tortura no Brasil.
Durante a apresentação, Almeida planeja informar que o ex-presidente Jair Bolsonaro cultuava torturadores e incentivava abusos de poder. Bolsonaro é conhecido por ser um admirador do regime militar, onde a tortura era uma prática comum de Estado. Um dos seus ídolos é o coronel Brilhante Ustra, responsável pela chefia de centros de tortura durante a ditadura militar.
O ministro também tem a intenção de ressaltar que os documentos apresentados pelo governo anterior sobre o tema não correspondem à verdade.
O Comitê contra a Tortura da ONU é responsável por monitorar o cumprimento da Convenção contra a Tortura, ratificada pelo Brasil em 1989.
Além da apresentação do relatório, Almeida planeja se encontrar com representantes da sociedade civil para debater o tema.






