A elaboração do plano estadual de ciência, tecnologia e inovação (PCTI-ES) está em pleno andamento, com avanços significativos sendo observados nas últimas reuniões. Recentemente, a equipe do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação (Octi) do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) se reuniu com diretores da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) e representantes da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti). O encontro teve como foco a apresentação do diagnóstico completo, resultante de uma pesquisa abrangente conduzida com mais de 200 participantes nas quatro macrorregiões do Estado.
Oportunidades e Desafios no Sistema de CT&I
As oficinas sobre desafios de ciência, tecnologia e inovação foram realizadas em diversas cidades estratégicas do Espírito Santo, incluindo a Grande Vitória. O principal objetivo das atividades foi identificar os pontos fortes e fracos, além das ameaças e oportunidades que o sistema territorial de inovação enfrenta. Esses dados são fundamentais para estruturar as missões e eixos estratégicos do PCTI-ES.
Durante a reunião, foi discutido o ecossistema de inovação capixaba, incluindo a análise de indicadores de ciência, tecnologia e inovação. Um panorama atual sobre a produção científica no Estado também foi apresentado, além de propostas para alinhar o futuro PCTI-ES com políticas públicas em diferentes níveis.
A Importância do PCTI-ES para o Espírito Santo
Rodrigo Varejão, diretor-geral da Fapes, destacou a relevância do trabalho do CGEE, afirmando que o PCTI-ES poderá servir como um modelo de sucesso para outros estados. Ele enfatizou que as análises do CGEE trazem questões importantes para o Espírito Santo e que as ações estratégicas podem gerar um avanço significativo na ciência e inovação da região, beneficiando o desenvolvimento econômico e social.
Bruno Lamas, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, também ressaltou a importância do PCTI-ES, sublinhando que a parceria com o CGEE é essencial para a modernização do plano. Segundo Lamas, a iniciativa é clave para a sobrevivência do Espírito Santo e traz benefícios diretos para a população.
Próximos Passos do Diagnóstico e Ações Estratégicas
Adriana Badaró, líder da Octi, classificou o encontro como “extremamente proveitoso” e destacou os indicadores de CT&I que são cruciais para o sistema capixaba. Ela reforçou que, embora o sistema apresente robustez, há a necessidade de mudanças e integração. As próximas etapas incluem o desenvolvimento de ações estratégicas em CT&I e a elaboração da minuta da proposta do PCTI-ES, com base em pesquisas realizadas.
O avanço do PCTI-ES é um passo significativo para fortalecer a ciência, tecnologia e inovação no Espírito Santo, promovendo a colaboração entre diversos agentes e criando um futuro mais promissor para a região.







